O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), garantiu ao atleta do Programa Esporte e Lazer na Capital e Interior (Pelci), Andrew Vitor, as passagens aéreas para que o jovem pudesse se juntar à Seleção Brasileira de Futebol Social que realiza os treinamentos em São Paulo. A preparação segue até quarta-feira (18), quando os convocados seguirão para a Coréia do Sul.
“A nossa prioridade é apoiar o desenvolvimento dos talentos locais e contribuir para o sucesso da nossa equipe nacional. O Pelci, como ferramenta essencial de preparação de base, desempenha um papel crucial em proporcionar a esses atletas as oportunidades necessárias para alcançar o alto rendimento”, afirma o secretário da Sedel, Jorge Oliveira.
Andrew faz parte do Pelci do Bairro Redenção há quase um ano e, após se destacar no campeonato de Futebol Social que foi realizado na capital amazonense em novembro do ano passado, ele foi convocado para compor a seleção que representará o Brasil na maior competição de favelas do mundo.
“A preparação aqui é enorme, pois estamos treinando direto para chegar lá e se tudo der certo, sermos campeões. Queria agradecer ao Governo do Amazonas por ter me apoiado nessa fase de preparação e conseguir patrocinar minhas passagens para que eu pudesse me juntar à delegação da Seleção Brasileira. Minha expectativa para a viagem é enorme”, comenta o atleta Andrew.
O coordenador de futebol da Sedel, Ediglê Farias, foi um dos responsáveis por trazer o torneio de futebol social para o Amazonas, tendo sua primeira edição realizada em novembro do ano passado.
“O Pelci não só proporciona aos jovens a possibilidade de realizarem seus sonhos, como também cumpre seu papel fundamental de expandir os horizontes do esporte de base. É um trabalho que faz toda a diferença e demonstra o impacto que o investimento tem quando bem aplicado, gera resultado”, afirma Ediglê.
A competição
A Homeless World Cup é uma competição anual e vai para sua 19ª edição, sendo pela primeira vez realizada na Ásia, desde que o torneio foi criado em 2003. São 64 equipes convidadas a participar, sendo 44 seleções masculinas e 20 femininas. A competição é voltada para pessoas integrantes de projetos sociais, movimentos comunitários, residentes de periferias, favelas ou pessoas em situação de rua.
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