A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM), emite um novo informe epidemiológico, nesta quinta-feira (22/12), em relação ao cenário de rabdomiólise para doença de Haff no Amazonas, no período de janeiro a dezembro deste ano. O documento está disponível no site da FVS-RCP, no endereço www.fvs.am.gov.br.
No Amazonas, dos 128 casos notificados, 120 são compatíveis com doença de Haff, correspondendo a pessoas residentes em Itacoatiara (73), Manaus (23), Careiro da Várzea (5), Parintins (4), Manacapuru (4), Itapiranga (2), São Sebastião do Uatumã (2), Borba (2), Urucurituba (2), Boa Vista do Ramos (1), Codajás (1) e Tabatinga (1). Não há caso internado compatível com a doença.
Serviço de Saúde
A FVS-RCP destaca que toda a rede de saúde, incluindo unidades privadas e públicas, da capital e interior, está orientada para realizar atendimento de casos suspeitos de rabdomiólise.
Sobre a rabdomiólise
A rabdomiólise é uma síndrome que pode ocorrer em função de agravos diversos, como traumatismos, atividades físicas excessivas e infecções, ou ainda devido ao consumo de álcool e outras drogas.
Quando associada ao consumo de peixes com toxinas, a síndrome é denominada doença de Haff. Os sinais e sintomas mais frequentes, entre os casos compatíveis, são: mialgia, mal-estar, náuseas, fraqueza muscular, dor abdominal, vômito e urina escura.
FOTOS: Maurício Neto/FVS-RCP
*Com informações da assessoria
Fonte: Da Redação*
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